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APLICAÇÕES |
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O PowerData VG e a geografia eleitoral |
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Não há dúvidas de que o espaço está diretamente relacionado ao comportamento eleitoral. Territórios e territorialidades se traduzem em áreas de influência gerando, conseqüentemente, uma tendência a respostas eleitorais similares. Segundo Iná Castro (2005), os efeitos do espaço na decisão do eleitor diante da urna poderiam ser classificados em quatro tipos, a saber: |
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O PowerData VG é um software 100% nacional que integra cartografia e dados propiciando a construção de mapas temáticos de forma muito simples e rápida, transformando a análise espaço-temporal em diversas escalas geográficas no grande diferencial de uma estratégia eleitoral. O VG é, portanto, a ferramenta ideal para evidenciar os efeitos espaciais sobre o voto contribuindo, assim, no direcionamento de campanhas eleitorais, bem como, na análise de resultados. |
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“A geografia contribui fortemente com sua competência para a elaboração e análise dos mapas de distribuição espacial dos votos, que só pode ser compreendida quando correlacionada com outras variáveis, como indicadores sócio-econômicos, educacionais, étnicos, etários etc. O conhecimento geográfico do território e da sociedade constitui portanto um recurso necessário para a compreensão, ou mesmo para previsão, dos resultados eleitorais”[1]. |
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[1] Cf. CASTRO, Iná Elias de (2005). Geografia e política: território, escalas de ação e instituições. Rio de Janeiro. Bertrand Brasil, p. 162. |
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É justamente com o intuito de contribuir no conhecimento geográfico do território e da sociedade que a PowerData, proprietária e representante exclusiva do software PowerData VG, procura aliar a tecnologia por ela desenvolvida aos dados disponibilizados por meio de instituições idôneas e confiáveis como o IBGE, Prefeituras, os Tribunais Eleitorais, dentre outros. Atualmente, o VG possui milhares de indicadores espacializados através de diversas escalas geográficas e referências de tempo e mensalmente são agregados novos indicadores ao produto tornando-o, a cada dia mais, uma ferramenta essencial à gestão. Esta ferramenta é capaz de contribuir de forma eficiente e eficaz na definição de uma estratégia eleitoral e de uma plataforma de governo, bem como, na continuidade deste processo através do planejamento, execução e acompanhamento de políticas públicas. |
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“A escolha eleitoral é a resposta dada pelos cidadãos às políticas públicas em todas as escalas territoriais. É a partir da sua visão de mundo, da imagem do seu entorno e do seu cotidiano que o cidadão – tornado eleitor – dá respostas, através do voto, às decisões e ações políticas”[2]. |
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[2] Cf. CASTRO, Iná Elias de (2005). Geografia e política: território, escalas de ação e instituições. Rio de Janeiro. Bertrand Brasil, p. 159. |
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O uso do PowerData VG como ferramenta de gestão gerencial e estratégica nas campanhas eleitorais é um grande diferencial nos rumos de uma campanha. Afinal, “a geografia eleitoral contribui, em particular, para dar visibilidade aos marcos espaciais daqueles fatores, ou condições, que afetam o voto e os resultados das eleições”[3]. |
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[3] Cf. CASTRO, Iná Elias de (2005). Geografia e política: território, escalas de ação e instituições. Rio de Janeiro. Bertrand Brasil, p. 159. |
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Entender o cidadão e seu espaço de interesse é o primeiro passo na construção de um território democrático onde o predomínio se dá na participação política da sociedade em defesa dos interesses comuns. |
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No site da PowerData é possível encontrar várias informações adicionais sobre o produto. Destacamos o artigo “PowerData VG e as empresas de pesquisa” que disponibiliza algumas simulações e apresenta alguns mapas temáticos que procuram demonstrar de forma prática como o VG pode ser útil na gestão de campanhas eleitorais e o artigo “PowerData VG – conhecendo o produto” que permite conhecer um pouco mais deste software que se traduz num recurso fundamental da geografia eleitoral. |
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Bibliografia |
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CASTRO, Iná Elias de (2005). Geografia e política: território, escalas de ação e instituições. Rio de Janeiro. Bertrand Brasil |
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Abril 2006 |
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